COMPANHEIROS COMPAREÇAM PARA PRESTIGIAR A CATEGORIA
COQUEIRAL
terça-feira, 23 de abril de 2013
COQUEIRAL: RESPONSABILIDADE DE TODOS PELA EDUCAÇÃO DE NOSSAS ...
COQUEIRAL: RESPONSABILIDADE DE TODOS PELA EDUCAÇÃO DE NOSSAS ...: RESPONSABILIDADE DE TODOS PELA EDUCAÇÃO DE NOSSAS CRIANÇAS Professor PEDRO COQUEIRO. Macapá_amapá,17/09/2011. Não basta que a criança estej...
OS GUERREIROS DA EDUCAÇÃO EM ASSEMBLÉIA. NESSES O3 DIAS (23, 24 E 25/04) DE PARALIZAÇÃO NACIONAL TUDO INDICA QUE HAVERÁ PARALIZAÇÃO A NÍVEL DE ESTADO EM REPÚDIO AOS MÍSEROS 7,13% OFERECIDOS POR ESSE GOVERNO IRRESPONSÁVEL.
OS GUERREIROS DA EDUCAÇÃO EM ASSEMBLÉIA. NESSES O3 DIAS (23, 24 E 25/04) DE PARALIZAÇÃO NACIONAL TUDO INDICA QUE HAVERÁ PARALIZAÇÃO A NÍVEL DE ESTADO EM REPÚDIO AOS MÍSEROS 7,13% OFERECIDOS POR ESSE GOVERNO IRRESPONSÁVEL.
terça-feira, 9 de abril de 2013
Pela segunda vez(dois dias consecutivos) os professores da UEAP não tiveram seus direitos apreciados quanto a PCCR na ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA por falta de corun(não comparecimento da maioria do deputados). Os nossos empregados, os caras que colocamos lá para nós representar, num momento tão importante da história de nosso Amapá eles fogem de suas responsabilidades. MEU POVO NO ANO QUE VEM(2014) VAMOS PENSAR MUITO BEM PARA VER QUEM SERÁ DÍGNO DE NOSSO VOTO PARA NÓS REPRESENTAR NO PODER LEGISLATIVO E EXECUTIVO
domingo, 18 de setembro de 2011
RESPOSTA DA PROFESSORA DE CURITIBA À REVISTA VEJA
Amigos,
vale a pena ler a resposta dessa Professora de Curitiba à revista VEJA,
pois é a mais pura verdade e árdua realidade da educação no Brasil,
infelizmente! Por favor, repassem ao maior número de amigos
possível...Obrigada!
URGENTE
ESTA PROFESSORA É DE CURITIBA PARANÁ EM
RESPOSTA À REVISTA VEJA
VAMOS REPASSAR PRA TODOS
NOSSOS COMPANHEIROS.
ESTE TEXTO ADORAREI ASSINAR PARA REPASSAR
IVANEIDE MARTINS DE ALMEIDA
URGENTE
ESTA PROFESSORA É DE CURITIBA PARANÁ EM
RESPOSTA À REVISTA VEJA
VAMOS REPASSAR PRA TODOS
NOSSOS COMPANHEIROS.
ESTE TEXTO ADORAREI ASSINAR PARA REPASSAR
IVANEIDE MARTINS DE ALMEIDA
|
sábado, 17 de setembro de 2011
RESPONSABILIDADE DE TODOS PELA EDUCAÇÃO DE NOSSAS CRIANÇAS
RESPONSABILIDADE DE TODOS PELA EDUCAÇÃO DE NOSSAS CRIANÇAS
Professor PEDRO COQUEIRO.
Macapá_amapá,17/09/2011.
Não basta que a criança esteja matriculada na escola. A matrícula é apenas o primeiro passo para se assegurar o direito à educação. O mais
importante é garantir que a criança permaneça na escola, aprendendo, para que ela possa concluir os estudos e ter sucesso não só na sala de aula, mas na vida. De que adianta a uma criança permanecer na escola parada, repetindo ano, sem avançar, sem progredir nos estudos?
O principal problema da educação é má qualidade do ensino. E a expressão mensurável dessa má qualidade são os assustadores índices de reprovação e abandono escolar, que refletem uma realidade com a qual devemos nos indignar: a escola não ensina, a criança não aprende, e o Brasil não se desenvolve.
A má qualidade do ensino é o verdadeiro exterminador do futuro de milhões de crianças e adolescentes em todo o Brasil. Ela tem quatro preços, dentre os quais é difícil definir qual o mais alto, qual o mais cruel, qual o mais absurdo:
o preço humano: uma criança que chega ao fim do ano sem aprender o que devia, sofre um enorme impacto sobre sua autoestima, sua autoconfiança e seu autoconceito. É triste para uma criança chegar ao fim do ano e ver que seus esforços não valeram nada e ter que começar tudo de novo. Para uma vida ainda em seu início, essa experiência do fracasso costuma marcar para sempre.
o preço social: cada criança que abandona a escola, sem ter aprendido o mínimo necessário, é um brasileiro a mais despreparado para a vida. Um futuro cliente dos programas de assistência social, de cesta básica, de renda mínima e outros. Um desempregado, um subempregado ou potencial candidato a optar pelos caminhos da delinqüência.
o preço político: numa democracia, na hora de eleger os dirigentes ou de acompanhar o seu desempenho, o soberano é o povo. Um país, que não educa o seu soberano estará sempre exposto a ser governado por políticos eleitos na base da exploração da miséria e da ignorância de grande parte dos seus cidadãos. Somos um país que não educou o seu soberano.
o preço econômico: os recursos desperdiçados com repetência e evasão, que refletem a ineficiência do sistema educacional, poderiam ser gastos no aumento da qualidade e da melhoria das condições do ensino.
O Projeto Todos Pela Educação não é um projeto de uma organização específica. É um projeto de Nação!
É uma união de esforços, em que cada cidadão ou instituição é co-responsável e se mobiliza, em sua área de atuação, para que todas as crianças e jovens tenham acesso a uma Educação Básica de qualidade.
Existem inúmeras maneiras pelas quais todos podem contribuir para a melhoria da Educação: os cidadãos que encaminham alunos para a escola; os pais que valorizam o aprendizado do filho; as empresas que apoiam iniciativas educacionais bem sucedidas; o governo ao propor um plano de desenvolvimento educacional para o País e assim por diante.
O importante é que cada um procure, em sua área de atuação, a melhor maneira de ajudar.
Diante do quadro que se apresenta o resultado do IDEB para a educação do Estado do Amapá, faz-se necessário que se tome uma medida URGENTE de impacto para que possamos atingir as metas determinadas pelo Ministério da Educação-MEC até o ano de 2021.
Professor PEDRO COQUEIRO.
Macapá_amapá,17/09/2011.
Não basta que a criança esteja matriculada na escola. A matrícula é apenas o primeiro passo para se assegurar o direito à educação. O mais
importante é garantir que a criança permaneça na escola, aprendendo, para que ela possa concluir os estudos e ter sucesso não só na sala de aula, mas na vida. De que adianta a uma criança permanecer na escola parada, repetindo ano, sem avançar, sem progredir nos estudos?
O principal problema da educação é má qualidade do ensino. E a expressão mensurável dessa má qualidade são os assustadores índices de reprovação e abandono escolar, que refletem uma realidade com a qual devemos nos indignar: a escola não ensina, a criança não aprende, e o Brasil não se desenvolve.
A má qualidade do ensino é o verdadeiro exterminador do futuro de milhões de crianças e adolescentes em todo o Brasil. Ela tem quatro preços, dentre os quais é difícil definir qual o mais alto, qual o mais cruel, qual o mais absurdo:
o preço humano: uma criança que chega ao fim do ano sem aprender o que devia, sofre um enorme impacto sobre sua autoestima, sua autoconfiança e seu autoconceito. É triste para uma criança chegar ao fim do ano e ver que seus esforços não valeram nada e ter que começar tudo de novo. Para uma vida ainda em seu início, essa experiência do fracasso costuma marcar para sempre.
o preço social: cada criança que abandona a escola, sem ter aprendido o mínimo necessário, é um brasileiro a mais despreparado para a vida. Um futuro cliente dos programas de assistência social, de cesta básica, de renda mínima e outros. Um desempregado, um subempregado ou potencial candidato a optar pelos caminhos da delinqüência.
o preço político: numa democracia, na hora de eleger os dirigentes ou de acompanhar o seu desempenho, o soberano é o povo. Um país, que não educa o seu soberano estará sempre exposto a ser governado por políticos eleitos na base da exploração da miséria e da ignorância de grande parte dos seus cidadãos. Somos um país que não educou o seu soberano.
o preço econômico: os recursos desperdiçados com repetência e evasão, que refletem a ineficiência do sistema educacional, poderiam ser gastos no aumento da qualidade e da melhoria das condições do ensino.
O Projeto Todos Pela Educação não é um projeto de uma organização específica. É um projeto de Nação!
É uma união de esforços, em que cada cidadão ou instituição é co-responsável e se mobiliza, em sua área de atuação, para que todas as crianças e jovens tenham acesso a uma Educação Básica de qualidade.
Existem inúmeras maneiras pelas quais todos podem contribuir para a melhoria da Educação: os cidadãos que encaminham alunos para a escola; os pais que valorizam o aprendizado do filho; as empresas que apoiam iniciativas educacionais bem sucedidas; o governo ao propor um plano de desenvolvimento educacional para o País e assim por diante.
O importante é que cada um procure, em sua área de atuação, a melhor maneira de ajudar.
Diante do quadro que se apresenta o resultado do IDEB para a educação do Estado do Amapá, faz-se necessário que se tome uma medida URGENTE de impacto para que possamos atingir as metas determinadas pelo Ministério da Educação-MEC até o ano de 2021.
Assinar:
Comentários (Atom)